… é que eu permaneço em tudo que passou pelos meus olhos miúdos, me sinto preenchido por pequenos gestos silenciosos, por aquela boa música vintage, pela poesia cheia de palavras dificeis sem nescessidade nenhuma de se entender mas sim, sentir. Sou de deslumbramento fácil. O vazio não tem nenhum valor pra mim, quando meu peito está cheio de sutilezas. Me eternizo nas pequenas coisas que por vezes passam despercebidas no espaço-tempo.








